Critério — não proibição — para a comunidade escolar lidar com atenção digital.
A Lei nº 15.100, de 13 de janeiro de 2025, além de restringir o uso de celulares em sala de aula, estabelece no Art. 4º que redes de ensino e escolas "deverão elaborar estratégias" sobre saúde mental ligada ao uso de telas, e no §1º que devem "oferecer treinamentos periódicos para a detecção, a prevenção e a abordagem de sinais sugestivos de sofrimento psíquico [...] decorrentes do uso imoderado de telas". Não é uma recomendação — é uma obrigação legal que a maioria das escolas ainda não cumpre de forma estruturada.
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) reforça essa obrigação por outra via: a Competência Geral 6 exige que a escola trabalhe Projeto de Vida — autoconhecimento, protagonismo juvenil, planejamento e resiliência — da Educação Básica ao Ensino Médio. Na prática, é uma das exigências curriculares menos apoiadas: a maioria dos professores não recebe formação sobre o que ensinar nessas aulas. O Programa Soberania Cognitiva entrega conteúdo pronto e testado para as duas exigências ao mesmo tempo — Lei 15.100 e BNCC.
Diretores e coordenações precisam explicar a pais, professores e alunos o motivo da política de celular — não apenas aplicá-la — e ainda cumprir a exigência legal de treinamento periódico sobre uso imoderado de telas. Sem critério pedagógico, a discussão vira polarização: banir tudo ou digitalizar tudo, culpa dos pais ou culpa da tecnologia. A escola fica sem uma linguagem comum para conduzir essa conversa com autoridade — e sem evidência documentada de conformidade com a Lei 15.100.
Um programa modular que usa matemática simples (probabilidade, sem fórmula decorada) para explicar, sem jargão e sem culpa, por que é fácil perder a noção do tempo em telas — e como recuperar critério de decisão. Inclui a nova trilha "A Guardiã Digital".
Escolas de ensino fundamental II e médio que precisam estruturar sua política de uso de telas — com pais, professores e alunos alinhados, não em conflito.
Donizetti Louro é matemático e cientista da computação cognitiva, com mais de 35 anos formando jovens e líderes em instituições como PUC-SP, UNIFESP, Albert Einstein e Sírio-Libanês. Pesquisador Associado do GAESI/USP, com pesquisa em Neurobiologia da Aprendizagem, Pensamento Crítico e Letramento Quantitativo. Fundador e presidente do IMATech Academy — Instituto de Educação e Pesquisa, com atuação em mais de 50 países.
Sob consulta, conforme número de sessões, turmas e customização para a realidade da escola. Turma piloto com condição especial mediante case e depoimento.
Deixe seu contato e enviamos o material completo do Programa Soberania Cognitiva — estrutura das sessões, base legal e curricular, e conteúdo programático detalhado.